| Viviane Mattus |
Inicialmente o tema acima nomearia este blog, mas uma pessoa um pouco mais rápida sugeriu o mesmo nome para seu próprio blog. Convite à loucura também é o título de um livro escrito por Brenan Maning , teólogo e filósofo contemporâneo. O interessante nessa publicação é exatamente o jogo de sentido em torno do título, pois o leitor despercebido talvez pense que tal livro tratará de temas recorrentes à loucura. O que não deixa de ser verdade. Mas, de fato, o autor faz uma caminhada pela vida do Cristo de Nazaré, abordando suas palavras e atos e a repercussão dos mesmos na vida de seus contemporâneos. Interessante leitura!
Considere-se aqui o fato de que a loucura é um estado mental/psicológico que extrapola a barreira da normalidade, do que conhecemos como sanidade .Essa é uma "doença" que pode ser diagnosticada por médicos da área. Mas esta não é a conotação que permeará as discussões aqui presentes. Não diretamente. Comumente nós ouvimos alguém declarar assim: “Tá louco? É louco ou bebe gás? Tá viajando na maionese! Sou louca(o) por você! De médico e louco todo mundo tem um pouco etc.
“ Loucos! Muitos são alcunhados assim, pois são julgados por suas atitudes e ideologias que divergem da massa, da onda esmagadora de alienação e mesmice. Outros são considerados assim por que, digamos, se expressam e agem de modo estranho, as vezes ridículo. Tem aqueles que tiveram uma grande idéia, mas por causa delas foram jogados na fogueira ou enforcados. _ Quê? A terra não é o centro do universo? Está transvaliando! E assim por diante... A lista de loucura é imensa e ultrapassa séculos sem fim.
Não sei quantos de vocês se consideram normais, mas faço um convite para que repensem o perigo da “normalidade” e para que não caiam na armadilha absurda de parecerem um fantoche passível de manipulação.
Pessoalmente prefiro a agoniante loucura de não ter respostas para tudo, prefiro a constante interrogação frente aos absurdos desse mundo, a irritante fadiga e incomodo pela situação (a)política dos homens, prefiro ainda a difícil tarefa de amar aos inimigos, ao próximo e ao distante, ao oprimido e injustiçado. Ah, prefiro tanta coisa absurda a ter o limitante privilégio de ser chamada de normal.
Considere-se aqui o fato de que a loucura é um estado mental/psicológico que extrapola a barreira da normalidade, do que conhecemos como sanidade .Essa é uma "doença" que pode ser diagnosticada por médicos da área. Mas esta não é a conotação que permeará as discussões aqui presentes. Não diretamente. Comumente nós ouvimos alguém declarar assim: “Tá louco? É louco ou bebe gás? Tá viajando na maionese! Sou louca(o) por você! De médico e louco todo mundo tem um pouco etc.
“ Loucos! Muitos são alcunhados assim, pois são julgados por suas atitudes e ideologias que divergem da massa, da onda esmagadora de alienação e mesmice. Outros são considerados assim por que, digamos, se expressam e agem de modo estranho, as vezes ridículo. Tem aqueles que tiveram uma grande idéia, mas por causa delas foram jogados na fogueira ou enforcados. _ Quê? A terra não é o centro do universo? Está transvaliando! E assim por diante... A lista de loucura é imensa e ultrapassa séculos sem fim.
Não sei quantos de vocês se consideram normais, mas faço um convite para que repensem o perigo da “normalidade” e para que não caiam na armadilha absurda de parecerem um fantoche passível de manipulação.
Pessoalmente prefiro a agoniante loucura de não ter respostas para tudo, prefiro a constante interrogação frente aos absurdos desse mundo, a irritante fadiga e incomodo pela situação (a)política dos homens, prefiro ainda a difícil tarefa de amar aos inimigos, ao próximo e ao distante, ao oprimido e injustiçado. Ah, prefiro tanta coisa absurda a ter o limitante privilégio de ser chamada de normal.
O convite está lançado!
Viviane Mattus
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